Em primeiro lugar (e de relevância especial se vive no estrangeiro),
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Portugal é uma entrada preferencial para todos os que pretendem contribuir para o esforço de melhorar a ciência e a tecnologia na União Europeia;
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De facto, procura-se aumentar no número de pessoas ocupadas em tarefas de investigação e desenvolvimento (em parte devido ao envelhecimento da população portuguesa);
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A enfâse no desenvolvimento da ciência e tecnologia é parte de um amplo esforço europeu (concretizado em programas como o FP7), nomeadamente para aumentar a participação de países 'periféricos', tentando-se distribuir melhor as qualificações e a productividade na Europa.
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